* Vanessa Pedroso Cordeiro – últimas notícias
* a prisão de Vanessa Pedroso
* detalhes da investigação – os bebês intoxicados
* a vida de Vanessa Pedroso
* fotos de Vanessa Pedroso Cordeiro
* Vanessa Pedroso Cordeiro – notícias de 14/11 a 16/11
* Vanessa Pedroso Cordeiro – notícias de 17/11 a 18/11
Vanessa é indiciada por 11 tentativas de homicídio
(23/11/09; fonte: Diário de Canoas)
Finalmente, concluindo a primeira parte dos procedimentos no caso dos bebês intoxicados, a Polícia indiciou Vanessa Pedroso Cordeiro por 11 tentativas de homicídio. Isto significa que, para a Polícia, após toda a investigação, a culpada é mesmo Vanessa. Assim, o inquérito foi entregue a um juiz, e Vanessa deverá ir a júri popular. É provável que ela fique presa até o julgamento, pois, nestes casos, mesmo sendo ré primária, tendo endereço fixo etc., costuma-se alegar o “clamor popular”, para não soltar o acusado – o que é um absurdo: às vezes o sujeito passa dois anos preso e, no julgamento, é inocentado; dois anos preso sem razão!
O que continuo a não entender, também, é o motivo de acusá-la de tentativa de homicídio, e não de lesão corporal grave.
Era morfina mesmo!
(23/11/09; fonte: Diário de Canoas)
Agora a situação de Vanessa começará a complicar-se de verdade. O laudo sobre o líquido presente na seringa encontrada em sua pochete, no dia de sua prisão, mostra que tratava-se mesmo de morfina – a mesma substância com a qual os bebês foram intoxicados.

São pessoas que entram no nosso site procurando por notícias da “enfermeira assassina”. Dezenas fizeram buscas semelhantes nos últimos dias e pararam aqui. Procuravam, obviamente, notícias sobre Vanessa Pedroso Cordeiro.
O leigo não tem muita obrigação de saber nada. Até porque, se está procurando informação, é porque ainda não a tem.
O que não entendo é isto aqui:
Negado habeas corpus a Vanessa Pedroso
(18/11/09; fonte: Diário de Canoas)
Foi negado o pedido de habeas corpus feito pela defesa de Vanessa Pedroso.
O juiz listou como motivos para negar o pedido os indícios de autoria do crime e o clamor popular.
Colega de Vanessa fala sobre a auxiliar de enfermagem
(18/11/09; fonte: Diário de Canoas)
Uma colega de Vanessa Pedroso Cordeiro, que não quis se identificar, disse em uma entrevista que, na época em que Vanessa trabalhava na UTI, medicamentos desapareceram e bebês morreram. “De repente, os bebês paravam de respirar.” Diz ainda a entrevistada que Vanessa foi então transferida com a maternidade porque “suspeitaram que ela poderia estar se atrapalhando com as doses das medicações”.
Sobre a personalidade de Vanessa, afirmou que ela “demonstrava um ar meigo”. “Tinha um jeito de criança, com algumas atitudes até um pouco infantis, e nunca transpareceu algum comportamento agressivo.”

Vanessa Pedroso Cordeiro
A vida de Vanessa Pedroso Cordeiro
O pai de Vanessa Pedroso Cordeiro é tenente dos Bombeiros em Tramandaí. Um irmão é policial militar em Cruz Alta.
Na infância, Vanessa teve convulsões e tomou anticonvulsivantes até os 6 anos.
Apesar disto, ela o irmão “tiveram uma infância muito boa”, em Cruz Alta, segundo o pai.
Vanessa é casada há 3 anos. Mora com o marido em Novo Hamburgo, e havia se mudado para uma nova casa logo antes do início do caso dos bebês recentemente intoxicados.
A separação dos pais
Seus pais se separaram quando ela era criança, e ela “sofreu muito”, segundo o pai. Depois eles reataram, mas se separaram novamente. Vanessa nunca aceitou bem isto, tendo procurado ajuda psicológica, há dois anos.
Nos dias seguintes ela estava de folga e nada de anormal ocorreu no hospital.
Na segunda-feira, 09/11, Vanessa volta ao trabalho e, coincidência ou não, surgem três novos casos de bebês com dificuldades respiratórias. A direção do hospital, preocupada, começa a investigar o problema.
Na quarta-feira, 11/11, mais cinco recém-nascidos, sadios, prestes a ir para casa, tiveram problemas respiratórios súbitos e intensos, precisando ser levados com urgência para a UTI Neonatal. Neste dia, o hospital compôs uma grande comissão multiprofissional para investigar o que ocorria. As suspeitas iniciais eram de infecção hospitalar.
