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	<title>O Serial Killer &#187; livros</title>
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	<description>serial killers famosos: livros, fotos, histórias, notícias etc.</description>
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		<title>PROMOÇÃO &#8211; GANHE O LIVRO &#8220;LOUCAS DE AMOR &#8211; MULHERES QUE AMAM SERIAL KILLERS (&#8230;)&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 00:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[promoções]]></category>
		<category><![CDATA[estupradores]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Loucas de Amor]]></category>
		<category><![CDATA[serial killers]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer ganhar o livro &#8220;Loucas de amor &#8211; mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais&#8221;? Está fácil! Basta deixar um comentário neste post, dizendo &#8220;Eu quero&#8221;, ou algo similar. Sortearemos 1 exemplar no final de domingo, dia 13/12. Não se esqueça de deixar seu email, para entrarmos em contato caso você seja o vencedor. <a href='http://oserialkiller.com.br/promocao-livro-loucas-de-amor-mulheres-que-amam-serial-killers/'>[continuar lendo...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><img src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/11/loucas-de-amor-livro.jpg" alt="livro Loucas de Amor" title="livro Loucas de Amor" width="212" height="306" class="alignleft size-full wp-image-1496" />Quer ganhar o livro &#8220;Loucas de amor &#8211; mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais&#8221;?</p>
<p>Está fácil! Basta deixar um comentário neste post, dizendo &#8220;Eu quero&#8221;, ou algo similar. Sortearemos 1 exemplar no final de domingo, dia 13/12.  </p>
<p>Não se esqueça de deixar seu email, para entrarmos em contato caso você seja o vencedor.  </p>
<p>O meu exemplar já <strike>estou devorando</strike> devorei. Muito bom! (Leia a resenha de <a href="http://oserialkiller.com.br/loucas-de-amor-livro/" rel="noindex">&#8220;Loucas de amor&#8221;</a>.)</p>
<p>* </p>
<p>Para comprar o livro, visite o site da editora <a href="http://www.ideiasagranel.com.br/Loja.htm" rel="noindex,nofollow" target="_blank">Ideias a granel</a> &#8211; que está patrocinando esta promoção.</p>
<p>*</p>
<p>Resultado da promoção:<br />
<img src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/12/promocao-loucas-de-amor.jpg" alt="promoção Loucas de amor" title="promoção Loucas de amor" width="156" height="206" class="alignleft size-full wp-image-2032" />O sorteio foi realizado através do site random.org, sendo vencedor o comentário número 6, de Marivone. </p>
<p>Entrarei em contato para pegar o endereço, e o livro será enviado esta semana. </p>
<p>Em breve faremos outros sorteios aqui no site. Acompanhem!</p>
<p>*</p>
<p>(Visite o site <a href="http://www.promocaoganhe.com.br" target="_blank">Promoção &#8211; ganhe!</a>)
</div>
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		<title>&#8220;LOUCAS DE AMOR&#8221; &#8211; LIVRO</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 13:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[converter01]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Loucas de Amor]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[serial killers]]></category>

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		<description><![CDATA[O que foi feito da crítica?! Procurando pela internet por alguma sobre o livro “Loucas de amor – mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais”, de Gilmar Rodrigues, encontrei diversos sites e blogs que falam sobre o livro, mas sempre de maneira parecida (as motivações do autor, o trabalho que teve, as teorias que <a href='http://oserialkiller.com.br/loucas-de-amor-livro/'>[continuar lendo...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><div id="attachment_2012" class="wp-caption alignright" style="width: 416px"><img src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/12/fido-nesti.jpg" alt="Loucas de amor" title="Fido Nesti, Loucas de amor" width="406" height="306" class="size-full wp-image-2012" /><p class="wp-caption-text">Loucas de amor, ilustrações de Fido Nesti</p></div>O que foi feito da crítica?! Procurando pela internet por alguma sobre o livro “Loucas de amor – mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais”, de Gilmar Rodrigues, encontrei diversos sites e blogs que falam sobre o livro, mas sempre de maneira parecida (as motivações do autor, o trabalho que teve, as teorias que formulou etc.) &#8211; o máximo que encontrei de opinião, em um blog, foi: &#8220;puta livro!&#8221;. O pior: muitos nem eram artigos originais, mas cópias de outros. A pergunta inicial talvez deva ser reformulada: o que foi feito da escrita?!</p>
<p>Ah, não é nada disto o que um autor quer ler sobre o seu livro! </p>
<p><span id="more-1495"></span></p>
<p>Pouparei vocês de lerem o que talvez já tenham lido por aí sobre o livro. Se não leram ainda, e querem saber melhor do que se trata, fiquem com esta matéria da <a rel="noindex,nofollow" href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI105582-15228,00-MULHERES+QUE+AMAM+CRIMINOSOS+SEXUAIS.html" target="_blank">Época</a>. (Na verdade, quero é poupar a mim mesmo de reescrever o que já foi escrito.)</p>
<p><img src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/11/loucas-de-amor-livro.jpg" alt="livro Loucas de Amor" title="livro Loucas de Amor" width="212" height="306" class="alignleft size-full wp-image-1496" />Primeiramente, as críticas negativas. Poucas. Alguns errinhos que escaparam na revisão. Exemplo: &#8220;cadeira&#8221; onde deveria ser &#8220;cadeia&#8221; (pág. 80). Ou o nome do psiquiatra forense Guido Palomba, que saiu &#8220;Palumbo&#8221;, em todas as citações. Nada que comprometa o trabalho como um todo, embora seja algo que normalmente incomode o autor de um livro, que, apesar disto, tem que se consolar com o &#8220;isto sempre acontece&#8221;, &#8220;é para isto que existem as segundas edições&#8221;.</p>
<p>Só que este livro pode não ter edições subsequentes, infelizmente. A editora &#8220;Ideias a granel&#8221;, que o publicou, precisa, com urgência, otimizar o site para que apareça no primeiro lugar do Google para a pesquisa sobre o livro. E, além disto, facilitar o processo de compra (segundo me informaram, isto já está sendo feito). Perdem-se muitas vendas quanto mais se dificulta o processo. Não é porque me enviaram dois exemplares, um para <span style="background-color: #ffff00;"><a href="http://oserialkiller.com.br/promocao-ganhe-o-livro-loucas-de-amor-mulheres-que-amam-serial-killers/" rel="noindex,nofollow" target="_blank">sorteio</a></span>, que não direi a verdade.</p>
<p>E a verdade é que&#8230;</p>
<p>O livro é muito bom!</p>
<p>Gilmar Rodrigues é jornalista e fez algo difícil: manteve-se no seu lugar. Não quis dar uma de psicanalista, invocando &#8220;complexo de Édipo&#8221;, &#8220;síndrome de Estocolmo&#8221; ou qualquer outra teoria generalizadora para explicar o que viu. Teoriza, sim, mas em cima de fatos &#8211; isto talvez nem possa ser chamado &#8220;teorização&#8221;, mas simplesmente &#8220;explicação&#8221;. Gilmar não encaixa todas as mulheres, embora apresentem muitas semelhanças, em uma única explicação. É muito difícil manter esta postura &#8211; a tendência inata do humano é generalizar, simplificar.  </p>
<p>O autor é um contador de histórias. Um bom contador. E as histórias são tão boas que o ajudam. Eu, como psiquiatra, acabo lendo (e escrevendo) muita coisa técnica sobre o assunto (<em>serial killers</em> etc.): números, teorias etc. Mas e as histórias? Onde estão as boas histórias? Aí entra o trabalho de Gilmar Rodrigues, que, como pretende o autor, passa a ser um livro de referência na área, pelo ineditismo do conteúdo (assim como o segundo livro de Ilana Casoy, o &#8220;Serial Killers Made in Brasil&#8221;). &#8220;Loucas de amor&#8221; conta histórias que, embora em parte conhecidas, em muito são enriquecidas pelo seu trabalho árduo de pesquisa. </p>
<p>O linguajar do livro é simples e, neste caso, isto é mais um mérito do autor. Não é um livro feito para psicólogos ou psiquiatras. É para curiosos pelas fronteiras (e além) do comportamento humano. Entre estes curiosos, há muitos da área &#8220;psi&#8221;, por certo, e estes também  lerão o livro com prazer. Os quadrinhos de Fido Nesti aumentam o deleite.</p>
<p>Como diria a blogueira: &#8220;Puta livro!&#8221;&#8230;</p>
<p><div id="attachment_2013" class="wp-caption alignleft" style="width: 166px"><img src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/12/gilmar-rodrigues.jpg" alt="Gilmar Rodrigues" title="Gilmar Rodrigues, autor de Loucas de amor" width="156" height="206" class="size-full wp-image-2013" /><p class="wp-caption-text">Gilmar Rodrigues</p></div>Mas vamos ao diálogo, que é o mais importante. Quatro questões principais me surgiram durante a leitura. Enviei um email ao autor, Gilmar Rodrigues, que teve a gentileza de me responder. Vamos lá:</p>
<p>1) escritores de ficção frequentemente falam da dificuldade de se abandonar os personagens. Escritores de não-ficção às vezes têm esta dificuldade também (Capote é um bom exemplo). Você teve contato profundo com algumas das histórias que pesquisou. Conseguiu abandoná-las? Ou acompanhará o desenrolar dos fatos de algumas destas histórias por um tempo ainda?</p>
<blockquote><p>Sinceramente, não me prendi a nenhum personagem. Não foi nem uma relação fria de pesquisador e nem pessoal como foi a de Capote com seu personagem (acho que você se refere ao livro &#8220;A Sangue Frio&#8221;). Eu acompanhei o desfecho de um aspecto da vida de duas mulheres. A Jeane que teve o filho solto e depois preso em uma penitenciária diferente da do Maníaco (o que a impossibilitou de visitá-lo) e de Gisleine cujo namorado foi solto e depois nem deu bola pra ela. Mas nunca tive nenhum tipo de empatia com elas. São mulheres muito carentes, às vezes muito obssecadas por um homem, fazendo dele a razão de sua vida. Essa baixa auto-estima, essa carência toda, fazem delas mulheres com histórias muito interessantes, mas personalidades um tanto aborrecidas. O único aspecto que eu senti cumplicidade foi o delírio delas de montar, nas suas cabeças, uma vida imaginária. Ficam criando homem ideal, imaginam como será a vida dos dois juntos quando ele sair da cadeia, criam um futuro idílico. É puro delírio. Eu sou um pouco sonhador. Mas deliro com outras coisas, claro.</p></blockquote>
<p>2) você, em algum momento, sentiu ciúme, inveja, ou sentimento parecido, de algum dos criminosos? Seria uma reação natural, um pensamento esperado: &#8220;Como esta mulher prefere este traste social a um homem como eu, civilizado, culto, apreciador de salmão grelhado?&#8221;.</p>
<blockquote><p>Não, em momento algum eu senti ciúme da atenção que esses criminosos recebem. Até mesmo porque eles atraem um tipo de pessoa que passa longe do meu universo de relações. Não me refiro a classe social, nem ao nivel de escolaridade, mas não tenho o menor ciúme ou inveja (concordo que é um sentimento humano, possível pra gente) de quem atrai pessoas tão solitárias, tão mal tratadas pela vida. Eu senti foi mesmo tristeza ao perceber que assassinos cruéis, sociopatas, violentos, atraem  a atenção de muitas mulheres, e de uma forma intensa, até se referindo a eles como seus salvadores.<br />
E salmão grelhado nos restaurantes em torno da Av. Paulista não é muito caro, não. Hoje deve estar em torno de 20 reais o prato, hehe.</p></blockquote>
<p>3) apesar de todas as explicações que você achou para cada história, restou ainda um &#8220;Como é possível?&#8221; ao final do trabalho? Isto é, um &#8220;compreendo, mas não entendo&#8221;? Porque, por mais que tentemos nos colocar na posição do outro, nunca seremos o outro; logo, sempre há a possibilidade de não penetramos completamente na experiência do outro.</p>
<blockquote><p>Ótima pergunta. Corretíssimo. Restou sim, para mim, um &#8220;como é que pode?&#8221;. Uma editora, para a qual mostrei o livro, comentou, como aspecto negativo, que, ao final dele, a minha perplexidade diante do tema era igual a do leitor. Eu acho isso um fato positivo. Manter a perplexidade diante desses fatos significa não encerrar o assunto, significa manter a discussão sobre as questões colocadas, significa não defender uma tese pronta, significa dar algumas respostas e levantar algumas outras perguntas. Essa foi uma das minhas intenções, colocar o assunto em discussão, levantar opiniões mesmo divergentes e não trazer explicações generalizantes. A minha intenção é também instigar o leitor a pensar, refletir, discutir.</p></blockquote>
<p>4) você faz uma separação nítida entre estas mulheres e as outras? Isto é, há uma diferença qualitativa ou seria apenas quantitativa? Há algo d&#8217;O Feminino no seu estudo, a seu ver? Ou seja, estas mulheres são apenas extremos da situação feminina ou elas ultrapassam uma linha que as distingue das demais?</p>
<blockquote><p>Pra mim as mulheres que têm ou tiveram relacionamento com criminosos sexuais são muito diferentes das outras mulheres. Não acho que sejam extremos da situação feminina. Porque a maioria são moças que não tiveram um boa vida afetiva anterior. Não tiveram muita atenção e carinho na infância, sofreram abandono, algumas também não tiveram casamento ou casamentos felizes, então é uma condição humana. Eu procurei não me deter no aspecto do gênero. Até mesmo porque o homem e a mulher estão ligados a uma mesma realidade perversa. O serial killer ou o estuprador, infelizmente, muitas vezes se complementa na vítima. Tem uma simbiose sinistra através de vivências comuns do passado desses criminosos e dessas mulheres, isso está exposto no final do livro. Eu diria que essas mulheres são o extremo do grupo das &#8220;Mulheres que Amam Demais Anônimas&#8221;, grupo de auto-aujda muito semelhante aos Alcóolicos Anônimos (um grupo misto). O que tem de particular em relação ao feminino é uma certa visão maternal de querer mudar o criminoso e também uma visão romântica do amor, um romantismo que o Dr. Guido Palomba chama de &#8220;infantilismo&#8221;, e eu concordo. Mas só o maternalismo e a visão romântica não determinam que o fenômeno seja &#8220;coisa de mulher&#8221;, seja típico do feminino.<br />
Espero ter respondido conforme a sua solicitação e desejo.<br />
Um grande abraço. Obrigado pela oportunidade de conversar com vocês e os seus leitores.</p></blockquote>
<p>(Nós é que agradecemos!)</p>
<p>Quanto a esta última questão, tenho uma visão diferente da de Gilmar. Talvez por ser psiquiatra e a maioria de minhas pacientes ser mulher. Ao ler seu livro, tive a sensação de ver ali a Situação Feminina, extremada, mas não radicalmente diferente da que vejo constantemente: carência, atração pelo macho-alfa, o contraditório desejo de ser a única e regenerá-lo (maternalmente) etc. </p>
<p>Isto daria um ensaio interessante, é possível que eu o escreva qualquer dia, mas finalizemos por aqui, por ora. Leia o livro e voltemos posteriormente à discussão. </p>
<p>* </p>
<p>Compre o livro <a href="http://www.ideiasagranel.com.br/Loja.htm" rel="noindex,nofollow" target="_blank">aqui</a>.
</div>
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		<title>MENTES PERIGOSAS &#8211; LIVRO</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:46:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[converter01]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mentes Perigosas]]></category>
		<category><![CDATA[psicopatia]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro &#8220;Mentes Perigosas&#8221; (editora Fontanar), da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, não é seu único trabalho literário destinado a levar ao público leigo conhecimentos sobre alguns transtornos psiquiátricos. Ana Beatriz já lançou também &#8220;Mentes inquietas&#8221;, &#8220;Mentes insaciáveis&#8221;, entre outros, livros que falam de problemas como o déficit de atenção ou os transtornos alimentares. Em <a href='http://oserialkiller.com.br/mentes-perigosas-livro/'>[continuar lendo...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><img src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/11/mentes-perigosas-livro.jpg" alt="livro Mentes Perigosas" title="livro Mentes Perigosas" width="145" height="206" class="alignleft size-full wp-image-1420" />O livro &#8220;Mentes Perigosas&#8221; (editora Fontanar), da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, não é seu único trabalho literário destinado a levar ao público leigo conhecimentos sobre alguns transtornos psiquiátricos. Ana Beatriz já lançou também &#8220;Mentes inquietas&#8221;, &#8220;Mentes insaciáveis&#8221;, entre outros, livros que falam de problemas como o déficit de atenção ou os transtornos alimentares.</p>
<p>Em &#8220;Mentes perigosas&#8221; ela se debruça sobre o transtorno de personalidade anti-social (TPAS), o popular &#8220;psicopata&#8221;. Não é um livro para especialistas &#8211; embora psiquiatras e psicólogos com pouca experiência no trato com esta doença possam aprender mais sobre o assunto. O livro é voltado especialmente a informar o público em geral sobre como identificar o &#8220;psicopata comum&#8221; &#8211; isto é, não se trata aqui dos grandes criminosos ou de serial killers, como os que analisamos aqui no site. </p>
<p><span id="more-1419"></span></p>
<p>A maioria dos psicopatas não chega a ser assassino, na verdade nem parecem ser pessoas do mal, pois são muito dissimulados. </p>
<p>O psicopata cotidiano está ao nosso lado, como indica o subtítulo do livro, e geralmente só percebemos os danos que causa (nos relacionamentos, nas empresas, em nossa conta bancária) quando já é tarde demais. Ana Beatriz torna o leitor mais &#8220;esperto&#8221; na difícil habilidade de identificarmos um psicopata.</p>
<p>O livro é um pouco repetitivo, para quem já é versado no assunto. Mas a insistência na descrição dos comportamentos do psicopata é compreensível: o aprendizado (do leitor) é proporcional à repetição do que é ensinado. </p>
<p>Algo interessante em sua análise é que, segundo sua observação, todos (todos!) os psicopatas que já observou apresentam um comportamento de &#8220;coitadinho&#8221;. </p>
<p>Um ponto positivo do livro, já que parece ser voltado ao público comum, é a quase ausência de terminologia técnica, de estatísticas etc. Aliás, é surpreendente a contenção da autora, que conseguiu deixar os critérios diagnósticos psiquiátricos para o TPAS apenas em um adendo ao final do livro.</p>
<p>O livro contém alguns casos pouco conhecidos e alguns criminosos famosos (Susane von Richthofen, Guilherme de Pádua, Champinha etc.), contados resumidamente. </p>
<p>Também destaca o modo como as pessoas devem lidar com um psicopata, após perceberem estar convivendo com um. Ana Betriz frisa que o transtorno não tem cura, e que &#8220;é mais sensato falarmos em ajuda e tratamento para as vítimas dos psicopatas&#8221;. </p>
<p>Apenas um pequeno deslize deve ser apontado, e justamente em uma rara ocasião que a autora mexe com estatísticas. Segundo ela (e de acordo com várias pesquisas), o TPAS atinge 3% dos homens e 1% das mulheres. Ana Beatriz conclui: &#8220;A boa notícia é que quase 96% das pessoas são consideradas possuidoras de base razoável de decência e responsabilidade.&#8221; Na verdade, não devemos somar a incidência de homens e mulheres para chegar ao total de atingidos na população, e sim fazer a média. Portanto, o TPAS atinge 2% da população, e os 98% restantes não possuem o transtorno. </p>
<p>Errinho facilmente corrigível em edição futura e que não desmerece o trabalho de Ana Beatriz. É um livro bem escrito e a edição bem feita. </p>
<p>*</p>
<p>O livro está em promoção na Saraiva, por R$ 18,50 (<a href="https://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2602832/mentes-perigosas-o-psicopata-mora-ao-lado/?ID=C8657BE57D90B0B0F2C320311&#038;PAC_ID=26505" rel="noindex,nofollow" target="_blank">comprar</a>).</p>
<p>Para os interessados em saber mais sobre o comportamento psicopático no ambiente corporativo, de trabalho, recomendamos nosso livro <a href="http://www.lcm.com.br/index.php?Escolha=20&#038;Livro=L00525" rel="noindex,nofollow" target="_blank">&#8220;A mente de Maquiavel&#8221;</a>. Para os interessados em entender os crimes violentos, inclusives de serial killers, recomendamos nosso <a href="http://www.lmpeditora.com.br/" rel="noindex,nofollow" target="_blank">&#8220;Psiquiatria Forense&#8221;</a>, ambos parceria com o psiquiatra Marcelo Caixeta, que, por sinal, fez uma crítica ao livro de Ana Beatriz que, a bem da verdade, não é bem apenas a ela, mas a todo um entendimento que a Psiquiatria faz do TPAS (<a href="http://www.abpbrasil.org.br/medicos/clipping/exibClipping/?clipping=10648" rel="noindex,nofollow" target="_blank">ler</a>). </p>
<p>Na sua polêmica opinião, &#8220;a maldade não é a característica distintiva da doença, não é uma característica diagnóstica, justamente porque o conceito de &#8216;maldade&#8217; é um conceito da filosofia moral, portanto, mais antigo do que a própria Psiquiatria, e não pode ser assimilado pela Medicina, sem sérios riscos.&#8221; Para elucidar seu pensamento, Caixeta fala de casos que pessoas que poderiam ser diagnosticadas como &#8220;psicopatas&#8221; mas que, por outro lado, são capazes de vários comportamentos altruístas e até de sentimentos afetuosos.</p>
<p>Controverso o assunto, quando entramos nas suas profundezas&#8230;
</p></div>
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		<title>SERIAL KILLERS DA INGLATERRA</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 11:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando César</dc:creator>
				<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[serial killers pelo mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Morte]]></category>
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		<description><![CDATA[O criminologista David Wilson fez uma análise das vítimas de serial killers no Reino Unido e concluiu que as vítimas podem ser divididas em 5 grupos principais: crianças, gays, mulheres, prostitutas e idosos (isto é válido para qualquer lugar do mundo). Para ele, estes grupos são vítimas ou porque são mais frágeis por natureza ou <a href='http://oserialkiller.com.br/serial-killers-inglaterra/'>[continuar lendo...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O criminologista David Wilson fez uma análise das vítimas de <em><strong>serial killers</strong></em> no Reino Unido e concluiu que as vítimas podem ser divididas em 5 grupos principais: crianças, gays, mulheres, prostitutas e idosos (isto é válido para qualquer lugar do mundo). Para ele, estes grupos são vítimas ou porque são mais frágeis por natureza ou porque são desamparados pela sociedade.</p>
<p><div id="attachment_1079" class="wp-caption alignleft" style="width: 166px"><img class="size-full wp-image-1079" title="Harold Shipman, Doutor Morte" src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/10/harold-shipman-doutor-morte.jpg" alt="Harold Shipman, o &quot;Doutor Morte&quot;" width="156" height="206" /><p class="wp-caption-text">Harold Shipman, o &quot;Doutor Morte&quot;</p></div><br />
Wilson está lançando um livro, &#8220;A history of serial killing&#8221;, onde aponta que o número deste tipo de crimes está crescendo nos últimos 50 anos. E faz uma previsão: na próxima década, cairá o assassinato de crianças e aumentará o de jovens que saem para beber a noite.</p>
<p>Não há registro de <em>serial killers</em> nos anos 20 e 30, na Grã-Bretanha, talvez por causa de políticas sociais que deram ao povo uma sensação de amparo, de comunidade. Já durante os frenéticos e competitivos anos 80, o número de assassinos em série foi enorme.</p>
<p>&#8220;É significativo o fato de que nunca houve um <em>serial killer</em> que teve como alvos jogadores de futebol da Primeira Divisão, cirurgiões cardíacos ou professores de Criminologia.&#8221; (Ele está <em>pedindo</em>&#8230;)</p>
<p><span id="more-1078"></span></p>
<p>Na ilha britânica, foram 375 as vítimas de <em>serial killer</em> entre 1888 e 2008, e, destas, 300 (80%, portanto) foram mortas de 1979 para cá &#8211; embora <strong>Harold Shipman, o &#8220;Doutor Morte&#8221;</strong>, seja responsável por boa parte deste número (calcula-se que Shipman foi responsável pela morte de quase 250 pacientes seus), distorcendo as médias.</p>
<p>Wilson acredita que, atualmente, dois <em>serial killers</em> estejam em atividade no Reino Unido.</p>
<h3><em>Serial killers</em> de idosos</h3>
<div id="attachment_1080" class="wp-caption alignright" style="width: 166px"><img class="size-full wp-image-1080" title="Colin Norris, enfermeiro assassino" src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/10/colin-norris-enfermeiro-assassino.jpg" alt="Colin Norris, enfermeiro assassino" width="156" height="206" /><p class="wp-caption-text">Colin Norris, enfermeiro assassino</p></div>
<p>A maioria das vítimas de <em>serial killers</em> na ilha foram idosos: cerca de 229. A maior parte, assassinada por profissionais de saúde, como Shipman ou o enfermeiro <strong>Colin Norris</strong>.</p>
<p>Shipman foi condenado por &#8220;apenas&#8221; 15 homicídios, mas matou mais de duas centenas &#8211; suas vítimas preferenciais eram velhas pobres, muitas sem contato com familiares. Já Norris foi condenado, em 2008, por 4 homicídios de idosos ocorridos em 2002 &#8211; deverá passar no mínimo 30 anos preso.</p>
<h3><em>Serial killers</em> de crianças</h3>
<p>Assassinos de crianças famosos no Reino Unido foram <strong>Robert Black</strong>, escocês que matou três garotas; a enfermeira <strong>Beverley Allitt (&#8220;Anjo da Morte&#8221;)</strong>, responsável pela morte de quatro crianças; e o casal de namorados <strong>Ian Brady e Myra Hindlay</strong>, que abusaram de várias e as mataram.</p>
<div id="attachment_1083" class="wp-caption aligncenter" style="width: 166px"><img class="size-full wp-image-1083" title="Robert Black, serial killer inglês" src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/10/robert-black-serial-killer.jpg" alt="Robert Black" width="156" height="206" /><p class="wp-caption-text">Robert Black</p></div>
<div id="attachment_1081" class="wp-caption aligncenter" style="width: 166px"><img class="size-full wp-image-1081" title="Beverly Allitt, Anjo da Morte" src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/10/beverly-allitt.jpg" alt="Beverly Allitt, Anjo da Morte" width="156" height="206" /><p class="wp-caption-text">Beverly Allitt, Anjo da Morte</p></div>
<div id="attachment_1082" class="wp-caption aligncenter" style="width: 316px"><img class="size-full wp-image-1082" title="Ian Brady e Myra Hindlay" src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mira-hindlay-ian-brady.jpg" alt="Ian Brady e Myra Hindlay" width="306" height="231" /><p class="wp-caption-text">Ian Brady e Myra Hindlay</p></div>
<h3><em>Serial killers</em> de prostitutas</h3>
<div id="attachment_1085" class="wp-caption alignleft" style="width: 166px"><img class="size-full wp-image-1085" title="Steve Wright, serial killer" src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/10/steve-wright-serial-killer.jpg" alt="Steve Wright" width="156" height="206" /><p class="wp-caption-text">Steve Wright</p></div>
<div id="attachment_1086" class="wp-caption alignright" style="width: 166px"><img class="size-full wp-image-1086" title="Peter Sutcliffe, serial killer" src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/10/peter-sutcliffe-serial-killer.jpg" alt="Peter Sutcliffe" width="156" height="206" /><p class="wp-caption-text">Peter Sutcliffe</p></div>
<p>Sessenta prostitutas morreram de 1994 a 2004 &#8211; apenas 16 casos terminaram em condenação. Isto mostra como são desprotegidas.</p>
<p><strong>Steve Wright</strong> matou cinco garotas de programa. Um <em>serial killer</em> mais antigo, <strong>Peter Sutcliffe</strong>, foi condenado em 1981 por ter matado 13.</p>
<p>No caso das garotas de programa, Wilson diz que &#8220;a vulnerabilidade pode ser criada pela própria polícia&#8221;, já que esta considera &#8220;normal&#8221; a violência contra prostitutas.</p>
<p>O mesmo ocorre com os gays.</p>
<h3><em>Serial killers</em> de gays</h3>
<p><div id="attachment_1087" class="wp-caption alignleft" style="width: 166px"><img src="http://oserialkiller.com.br/wp-content/uploads/2009/10/dennis-nielsen-serial-killer.jpg" alt="Dennis Nielsen" title="Dennis Nielsen, serial killer" width="156" height="206" class="size-full wp-image-1087" /><p class="wp-caption-text">Dennis Nielsen</p></div>Dois <em>serial killers</em> britânicos são famosos por terem assassinado gays: <strong>Dennis Nielsen</strong> e <strong>Corin Ireland</strong>.</p>
<p>Nielsen matou ao menos 15 garotos e homens, entre 78 e 83.</p>
<p>Já Corin Ireland (não encontrei foto do assassino) matou ao menos 5 gays. </p>
<p>*</p>
<p><span style="font-size:75%">Fonte: <a rel="noindex,nofollow" href="http://www.dailyrecord.co.uk/news/editors-choice/2009/10/28/serial-killers-target-the-vulnerable-who-have-been-shunned-by-police-expert-says-86908-21779158/" target="_blank">Daily Record</a></span></p>
<p>*</p>
<p>Veja também:<br />
* outros <a href="http://oserialkiller.com.br/anjos-da-morte-medicos-e-enfermeiras-assassinos/" rel="noindex,nofollow">&#8220;Anjos da Morte&#8221;: médicos e enfermeiras assassinos</a>.
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://oserialkiller.com.br/serial-killers-inglaterra/feed/</wfw:commentRss>
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