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VANESSA PEDROSO CORDEIRO – NOTÍCIAS (2)
Publicado por Fernando César em noticias atuais às 17 de Novembro de 2009
Negado habeas corpus a Vanessa Pedroso
(18/11/09; fonte: Diário de Canoas)
Foi negado o pedido de habeas corpus feito pela defesa de Vanessa Pedroso.
O juiz listou como motivos para negar o pedido os indícios de autoria do crime e o clamor popular.
Colega de Vanessa fala sobre a auxiliar de enfermagem
(18/11/09; fonte: Diário de Canoas)
Uma colega de Vanessa Pedroso Cordeiro, que não quis se identificar, disse em uma entrevista que, na época em que Vanessa trabalhava na UTI, medicamentos desapareceram e bebês morreram. “De repente, os bebês paravam de respirar.” Diz ainda a entrevistada que Vanessa foi então transferida com a maternidade porque “suspeitaram que ela poderia estar se atrapalhando com as doses das medicações”.
Sobre a personalidade de Vanessa, afirmou que ela “demonstrava um ar meigo”. “Tinha um jeito de criança, com algumas atitudes até um pouco infantis, e nunca transpareceu algum comportamento agressivo.”
A VIDA DE VANESSA PEDROSO CORDEIRO
Publicado por Fernando César em noticias atuais às 17 de Novembro de 2009
A vida de Vanessa Pedroso Cordeiro
O pai de Vanessa Pedroso Cordeiro é tenente dos Bombeiros em Tramandaí. Um irmão é policial militar em Cruz Alta.
Na infância, Vanessa teve convulsões e tomou anticonvulsivantes até os 6 anos.
Apesar disto, ela o irmão “tiveram uma infância muito boa”, em Cruz Alta, segundo o pai.
Vanessa é casada há 3 anos. Mora com o marido em Novo Hamburgo, e havia se mudado para uma nova casa logo antes do início do caso dos bebês recentemente intoxicados.
A separação dos pais
Seus pais se separaram quando ela era criança, e ela “sofreu muito”, segundo o pai. Depois eles reataram, mas se separaram novamente. Vanessa nunca aceitou bem isto, tendo procurado ajuda psicológica, há dois anos.
A INVESTIGAÇÃO DO CASO VANESSA PEDROSO
Publicado por Fernando César em noticias atuais às 16 de Novembro de 2009
Nos dias seguintes ela estava de folga e nada de anormal ocorreu no hospital.
Na segunda-feira, 09/11, Vanessa volta ao trabalho e, coincidência ou não, surgem três novos casos de bebês com dificuldades respiratórias. A direção do hospital, preocupada, começa a investigar o problema.
Na quarta-feira, 11/11, mais cinco recém-nascidos, sadios, prestes a ir para casa, tiveram problemas respiratórios súbitos e intensos, precisando ser levados com urgência para a UTI Neonatal. Neste dia, o hospital compôs uma grande comissão multiprofissional para investigar o que ocorria. As suspeitas iniciais eram de infecção hospitalar.

