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SERIAL KILLER SULCOREANO CONDENADO À PENA DE MORTE SE SUICIDA

Jeong Nam-kiu

Jeong Nam-kiu

O assassino Jeong Nam-kiu, sulcoreano, morreu neste domingo (22/11/09), em um hospital, após ter tentado se matar no sábado. Tinha 40 anos.

Ele havia sido condenado à morte, em 2007, por, durante 2 anos de atividades criminosas, ter matado 13 pessoas (além de outros crimes como roubo e estupro contra diversas outras vítimas).

Apesar da condenação à pena de morte, há 12 anos ninguém é executado na Coréia do Sul.

Aparentemente ele deixou uma nota dizendo-se preocupado com sua execução (anh?! Preocupado com a execução e se mata?!). E nos legando uma frase filosófica: “A vida é como uma nuvem.”

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RICHARD SPECK – FOTOS

Antes do seu crime mais famoso, Speck já tinha algumas passagens pela polícia. Suspeita-se, por exemplo, que tenha matado uma garçonete, encontrada com um corte na barriga.

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Aos 24 anos, Richard Speck invadiu um hospital em Chicago, em 1966, e matou oito enfermeiras, com estrangulamento e com facadas.

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RICHARD SPECK

R. BENJAMIN S.; 06/12/1941 – 05/12/1991; americano

RICHARD SPECK, NASCIDO PARA FAZER O INFERNO CRESCER

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Richard Speck, matou 8 enfermeiras

Richard Speck nasceu no estado de Illinois, nos Estados Unidos, em 1941. Foi o sétimo de oito filhos.

Cresceu no meio de uma família religiosa. Sua mãe era contra cigarros, bebidas… Quando Speck tinha seis anos, seu pai, que ele gostava muito, faleceu. Sua mãe casou-se novamente e mudou-se com a família para uma cidade perto de Dallas, no Texas. O novo marido bebia muito, agredia o enteado e, de vez em quando, desaparecia.

Richard não tinha boas notas na escola, e começou a beber aos 12 anos. Tinha dores de cabeça freqüentes, talvez em decorrência de alguns traumatismos cranianos.

Na adolescência, faltava às aulas, envolveu-se com garotos mais velhos e conheceu maconha, calmantes etc.

Aos 19, foi fazer uma tatuagem, mas estava sem idéias e aceitou a sugestão do tatuador, escrevendo “Born to raise Hell” (”Nascido para fazer o Inferno crescer”) no braço.

Speck logo teve passagens policiais por roubo e outros crimes. Sua família sempre resgatava-o, pagando a fiança.

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