“Injustiças em série” trata basicamente do seguinte problema: a incapacidade das polícias (não apenas a brasileira) de perceber que está diante de um serial killer. Como as polícias querem fechar suas investigações para cada caso, a conclusão é óbvia: para cada vítima de um serial killer não identificado, um inocente é acusado. E, muitas vezes, condenado.
A revista cita como exemplo o caso do “Maníaco de Guarulhos”, Leandro Basílio Rodrigues, em que três inocentes podem estar presos como responsável pela morte de uma mulher de 22 anos.
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Realmente é um grande problema, este apontado pela revista. Mas também há o outro lado da moeda, que não foi abordado pela reportagem: quando a polícia encontra um serial killer e tenta jogar em suas costas todos os casos de assassinatos semelhantes não resolvidos.
Quanto mais se estuda Criminologia percebe-se o quanto o trabalho policial de investigação de homicídios ainda tem muito a melhorar – volto a repetir: não só no Brasil, no mundo inteiro! (Mas, justiça seja feita com a polícia: TUDO ainda tem muito a melhorar no mundo inteiro, não apenas a polícia… Até mesmo revistas semanais e sites sobre serial killers
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(Para ler a reportagem completa clique aqui.)
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Veja a hsitória do “Maníaco de Guarulhos”, Leandro Basílio Rodrigues.













