Um antropólogo, Jaris Mujica, deu uma entrevista à televisão zombando desta teoria.
“Ninguém compra gordura humana! Se fosse assim, os donos de clínicas de lipoaspiração estariam milionários!”
A entrevista completa:
O antropólogo ressalta que só foi encontrado um corpo, “e o cenário se parece mais com um filme de terror, tipo ‘O Massacre da serra elétrica’, que o de uma organização comercial”.
Ele lembra ainda que a região é de intensa atividade de narcotráfico, portanto a morte deste homem mais provavelmente esteja relacionada com alguma vingança.
A apresentadora do programa também debocha da polícia, com o mesmo argumento, “a gordura humana não tem valor nenhum!”.
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Concordo em parte com a teoria do antropólogo. Se a gordura humana realmente não tem valor comercial, por outro lado também não faz muito sentido se extrair a gordura de alguém em um crime comum relacionado ao narcotráfico.
Algo mais macabro pode estar sendo ocultado pelos presos. Talvez algo relacionado com crimes satânicos, que, embora alguns queiram acreditar que não existam, existem sim.
Para os participantes dos cultos, então, não serviria a gordura de uma gordinha lipoaspirada, mas sim a de alguém que foi morto exclusivamente com este fim.
Parece uma teoria bizarra? Talvez. Mas depois que vemos a imagem de uma garrafa cheia de gordura humana retirada de um assassinado, qualquer teoria passa a ser possível…

