O CANIBALISMO
Façamos um exercício de imaginação. Suponhamos que pudéssemos viajar de um local para outro com muita facilidade. E não apenas isto, mas que também pudéssemos viajar no tempo. Suponhamos, então, que tivéssemos pais bastante preocupados com nossa educação, com nossa formação cultural. Então, em nossa infância, eles nos fariam passar um pequeno período em diferentes países, convivendo com cada povo que existe ou já existiu.
Qual seria o resultado desta experiência? Aposto na seguinte hipótese: quando fôssemos adultos, nada nos assustaria.
Tomemos o canibalismo como exemplo.

vitima de Jeffrey Dahmer
O serial killer americano Jeffrey Dahmer (1960 – 1994) ficou conhecido como “O canibal de Milwaulkee”. Matou 17 homens, cortou seus corpos, fritou partes e comeu. Chocou quem soube da história. Poderíamos citar outros casos, mas invariavelmente terminaríamos a descrição com “chocou quem soube da história”.
Chocou porque não somos canibais. Porque o ato de comer outro ser humano não faz parte dos nossos costumes.
Porém, analisemos os seguintes fatos, que são bem documentados. Quando os europeus aportaram no continente americano, no século XVI, se depararam com várias tribos, cada uma com seus costumes. Ocupando grande parte da costa atlântica sul-americana estavam os tupinambás. Quando em luta com outras tribos, os tupinambás não se contentavam em matar os inimigos. Também os comiam, ainda no campo de batalha ou posteriormente, em um ritual.
“Um golpe na nuca rompia o crânio do cativo. Acudiam mulheres velhas, com cabaças, para recolher o sangue. Tudo era consumido por todos. As mães besuntavam os seios de sangue para os bebês também provarem do inimigo. O cadáver era esquartejado, destrinchado, assado numa grelha e disputado por centenas de participantes – que comiam pedacinhos. Se fosse muito numerosa a platéia, fazia-se um caldo dos pés, mãos e tripas cozidas.” (levemente adaptado de “O sabor da própria carne”, Ricardo Arnt, revista Super Interessante, edição 119, agosto de 1997)
Chocante? Para nós, talvez. Não para qualquer tupinambá. Não se tem notícia de um movimento do tipo “Abaixo o canibalismo!” naquela tribo.
Poderíamos citar outros exemplos, mas invariavelmente terminaríamos a descrição com “Chocante? Para nós, talvez. Para eles, mais um dia como outro qualquer.”.
Aquela criança que pudesse viajar no tempo e no espaço e pudesse provar ainda cedo de todas as culturas que o ser humano já foi capaz de criar talvez também não se chocaria com Jeffrey Dahmer. Reconheceria ali algo demasiado humano.
Sim, por mais que os costumes de determinado povo nos assombrem, há algo que não podemos negar: todos fazem parte da mesma espécie. Todos são humanos, Homo sapiens.
Cada grupo, historicamente, tomou seu próprio caminho e desenvolveu sua cultura. Se os tupinambás não tivessem sido encontrados e dizimados pelos europeus, é possível que ainda hoje estivessem a comer seus inimigos.
E não é porque um povo não existe mais que deixa de ser uma das possibilidades do que é ser um humano.
Infelizmente não temos como viajar no tempo. Temos condições teóricas de nos deslocar no espaço, mas, na prática, é caro, é trabalhoso. Então somos condenados a passar quase toda a nossa vida totalmente imersos em apenas uma cultura.
Nós, ocidentalizados e tecnologicamente desenvolvidos do século XXI, não somos canibais. Nem amputamos clitóris de meninas, como em vários locais do continente africano. Nem temos a pena de morte por apedrejamento como têm os chineses – que, além de tudo, comem carne de cachorro.
Por isto, tudo quem vem de fora do nosso mundinho nos choca. Tudo é “bárbaro”.
Uma pequena digressão pode ser esclarecedora. Analisemos a origem do significado desta palavra, “bárbaro”. Ela vem do grego, e indicava, originalmente, os povos estrangeiros, isto é, as tribos de fora da Grécia. Em suma, os não gregos. O Império Romano sucedeu aos gregos e foi aí que o termo passou a ter uma conotação de “não-civilizado”. De fato, os romanos eram bem mais desenvolvidos, materialmente, tecnologicamente, que os povos que os rodeavam. Hoje a palavra perdeu seu sentido original (chamamos os que não são de nossa nacionalidade apenas de “estrangeiros”) e manteve o derivado, quer a apliquemos para um estrangeiro ou para um conterrâneo, que pode cometer um “ato bárbaro”, um “crime bárbaro”.
Bárbaro é o que é diferente. Certamente chineses e africanos devem se assustar com muitos de nossos costumes. Mesmo que não nos achem “atrasados”, ou “bárbaros”, devem nos achar estranhos, no mínimo.
Fato é que a humanidade é sinônimo de multiplicidade cultural. E não apenas geograficamente, mas até mesmo dentro de um mesmo povo, visto através do tempo. Vivemos uma época de transições. Algo que até há pouco tempo era visto com naturalidade, hoje já é questionado por muitos e, em pouco tempo, pode ser considerado um comportamento altamente reprovável. Um simples exemplo: a existência de zoológicos.
Não éramos menos humanos quando todos aceitavam que bichos ficassem toda a sua vida enjaulados. Podemos hoje ser mais conscientes, mais isto, mais aquilo, mas isto não torna nossos pais e avós menos humanos, no sentido de ainda serem legítimos Homo sapiens. (A palavra “humano”, como uma infinidade de palavras, tem múltiplos significados. Um deles é a associação com sentidos como “caridoso”, “compreensivo” etc. Não é neste sentido que estamos utilizando-a, aqui.)
A história do Homo sapiens, portanto, é a história de uma miríade de possibilidades culturais. Jung (1875 – 1961) é um dos nomes mais importantes na história da Psicanálise e uma de suas principais idéias é o “inconsciente coletivo”. Esta idéia tem algumas implicações.
Uma delas é o que o romano Terêncio, que viveu no século II antes de Cristo, sintetizou na famosa frase “Nada que é humano me é estranho.”. Temos nosso inconsciente individual, descobriu Freud (1856 – 1939), mas Jung postulou que também somos habitados por algo mais etéreo, mais sutil, que é o inconsciente humano, algo que liga e aproxima todos os humanos, sejamos brasileiros ou chineses.
O que Terêncio e Jung nos dizem, afinal, é que todas as possibilidades residem em nós. Se tivéssemos nascido na China, cães seriam apetitosos. Se fôssemos tupinambás, seríamos canibais.
Assim, Jeffrey Dahmer, ou qualquer outro canibal dos dias de hoje, pode ser visto, se quisermos, como um monstro, uma aberração, um bárbaro. Mas de um ponto de vista cultural e antropológico, o problema dos canibais modernos é apenas um deslocamento cultural. Nasceram na época errada e no local errado.
Chocamo-nos com seus atos porque somos crias de uma cultura não-canibal. E tentamos manter nosso comportamento homogêneo através de leis: sem nudismo, sem ablações de clitóris, sem canibalismo. Para evitar que ovelhas se desgarrem do rebanho, criamos as punições. Entretanto, algumas ovelhas temem menos a dor, sentem mais fortemente o impulso proibido, e resolvem romper com a lei.
As leis já existiam antes de Dahmer e Dahmer as conhecia. Sabia dos riscos e das consequências. Teve de ser punido (15 condenações de prisão perpétua), assim como tem de ser punido qualquer um que transgrida qualquer lei, porque se as leis não forem cumpridas nossa cultura se desmorona. Até mesmo culturas iletradas, como as indígenas, possuíam suas normas de conduta e suas punições.
Dito tudo isto, fica claro que o canibal moderno pode ser visto como um monstro, como dissemos, mas também podemos enxergá-lo de uma forma mais próxima, mais compreensiva. Dahmer não era um macaco ou um extra-terrestre. Quer queiramos ou não, Homo sapiens. Canibal? Sim. Transgressor? Sim, bastante. Louco? Talvez. Mas, ainda assim, humano. Deslocado? Completamente. Seria um tupinambá bem sucedido, mas foi um americano execrado.
Se todo um povo praticava o canibalismo (e não foram os únicos, longe disto!) e este povo era da mesma espécie que nós, talvez exista algo de humano no canibalismo. É neste ponto que queríamos chegar. Talvez exista um sentido no canibalismo.
Talvez possamos entender este sentido, mesmo que de antemão digamos “Mesmo que entendamos, não iremos aceitar isto para nosso modo de vida.”. Talvez exista uma verdade no canibalismo. Uma verdade sobre nós mesmos. Uma verdade que podemos escolher não aplicar em nossas vidas (assim como não escolheríamos uma estrada de terra se para o mesmo destino houvesse uma asfaltada), mas que não deixa de ser verdade.
(continua… Em breve publico a segunda parte deste artigo)
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Saiba mais:
- leia a história completa de Jeffrey Dahmer
- conheça o canibal alemão Armin Meiwes
- assista o programa Índice da Maldade – Canibais e vampiros





Colega, se posso chamar assim, pelo menos por profissão, seu novo artigo ficou um tanto quanto pesado, na minha modesta opinião, acho que vc deveria rever os atributos que concedeu ao canibalismo. Acabei de ler e penso que a gente comum pode tomá-lo a como um simpatizante do assassino canibal pois vc o diz “louco talvez, deslocado, completamente”, mas Jeffrey não nasceu na época errada nem cultura errada, ele era um transgressor e um psicopata, sim!
Reveja esse ponto e se não há uma melhor maneira de tornar o serial canibal menos aceitável, pois da maneira como foi posto, parece que vc não se assusta tanto com o delito, tornando-o apenas fora de época e de cultura. Tenho medo que essas colocações ponham em risco a apreciação do site pela gente comum. Apenas um toque, não me leve a mal, ok? Torço por vc e aprecio o site demais, como pode ver.
Um abraço,dra. Nicole.
Nicole,
Entendo sua leitura, e ela está certa.
Mas aguarde um pouco, há uma continuação para este artigo, onde falarei sobre o lado tenebroso do canibalismo.
Abraço.
Precisamos ver que existe uma grande diferença entre canibalismo (comer como forma de alimentação) e antropofagia (comer carne humana em ritual elaborado). Os Tupinambá comiam seus inimigos como forma ritual, faziam-no coletivavamente e isso era fundamental para seu universo magico-religioso.
O canibalismo foi praticado em muitos períodos históricos, inclusive na Europa em períodos de fome generalizada.
Acho importante essa distinção entre as duas coisas, independente de consiferar a questão sociopata de Dahmer.
Infeliz essa tua ideia de comparar uma coisa com a outra , veja bem : Os Tupinabás matavam e comiam os seus inimigos , Dahmer matava qualquer um que cruzase o seu caminho
Muito interressante o que vc debate sobre o canibalismo e a sociedade!!Parabéns!estou esperando a segunda parte
Acho que todos os lados do canibalismo são tenebrosos…não existe lado positivo ou “menos ruim” do que já sobra dele.
Embora à primeira vista possa nos parecer que haja diferença entre o canibalismo dos Tupinambás e de um Serial Killer, como Dahmer, uma olhada mais profunda na biografia do Serial Killer, nos revelará que ambas possuem uma base simbólica. Isto é, assim como os Tupinambás, Dahmer não devorava suas vítimas apenas para matar a fome, mas para que elas fizessem parte dele; para que seus atributos fosse, absorvido por ele. E o que possibilitou tal ato, a volta a esse simbolismo primitivo foi seu grau de sociopatia. O que nos pode levar a crer que, a sociopatia pode trazer de volta ao homem simbolismos ancestrais.
Para uma melhor observação do que é dito acima, leiam um artigo meu no site CEREBRAU.COM.BR: a mente assassina ou reflexões sobre a crueldade humana.
Muitíssimo interessante teu artigo, La mettrie, Nietzsche e Sade assim como eu ficariam lisonjeados de poder ler algo de conteúdo tão rico e significativo nas tuas respectivas atualidades, estás no caminho certo, se continuares assim terei grande prazer em ler a segunda parte do teu artigo. Obs.: não dê muita importância para ["a gente"], como ja foi mencionado acima, pois como ja dizia La Mettrie em sábias palavras: “Não basta que um sábio estude a natureza e a verdade; este deve atrever-se a dizê-la em favor de um pequeno número dos que querem e podem pensar; pois à todos os que são voluntariamente escravos do preconceito torna-se tão impossível alcançar a verdade, como as rãs voarem!
O Chocar em sí em relação ao canibalismo e a todos o estereótipos culturais seria o resultado de preconceitos morais arbitrários inoculados desde a infância, com o objetivo único de reprimir desejos e condenar o prazer como inferior, pecaminoso e perverso. La Mettrie considera que as crianças, desde seu nascimento, sofrem uma verdadeira lavagem cerebral: ao mesmo tempo em que os preconceitos, crenças e convicções de sua cultura são mostrados como éticos e intrinsecamente bons, seus desejos naturais são suprimidos e vilificados. Esse processo “leva o nome pomposo de educação”, escreve ele, nada mais é do que o condicionamento mais rasteiro, pouco diferente do que é realizado com cachorros. Assim, ao fazer com que ações e atitudes totalmente antinaturais pareçam naturais e, até mesmo, inevitáveis, a sociedade transforma suas crianças em membros respeitáveis da comunidade. No conflito entre seguir os instintos naturais ou o condicionamento social, o primeiro, mais forte, mais verdadeiro e mais visceral, sempre vence, mas a um preço altíssimo. O condicionamento, apesar de derrotado, ainda possui força suficiente para causar remorso, culpa, tristeza e arrependimento, muitas vezes destruindo a própria felicidade do indivíduo, o que não é o caso do seriall Killer. A doutrinação de padrões morais arbitrários e o terror da punição eterna reprimem o instinto natural do homem de buscar sua própria felicidade. Como o ser humano é amoral e antissocial, sem essa repressão, não haveria autoridade e a sociedade ruiria: para La Mettrie, a civilização só pode existir através da coerção dos instintos do homem. Dado que não existe moral, a punição para os crimes não pode mais ser vista como retribuição por pecados cometidos, mas somente como uma ação para inibir novos crimes e proteger a paz social. A moral deixa de ser divina e torna-se pragmática, padrões arbitrários de comportamento cujo objetivo é a própria defesa e manutenção da coletividade.
Esse é o fato pelo qual a sociedade se vê tão aterrorizada por atos que atentam contra a moral e os seu respectivos valores culturais!
POSTO AQUI UMA COPIA DE UMA CARTA DE ALBERT FISH(SERIA KILLER) PARA UMA AMIGO:
Querida Mrs. Budd
Em 1894 um amigo meu embarcou no Steamer Tacoma, Capt. John Davis. Eles navegaram de S. Francisco para Hong Kong, China . Quando chegaram lá, ele e dois outros desembarcaram e embriagaram-se. Quando eles voltaram o barco tinha ido. Na altura houve fome na China. A carne de qualquer espécie foi de $1-3 por libra. O sofrimento era tão grande entre os pobres que as crianças com menos de 12 anos eram vendidas para comida, para impedir outros morrerem de fome. Meninos e meninas com menos de 14 anos não estavam seguros na rua. Você pode entrar em qualquer loja e pedir bifes. A parte do corpo nu de um menino ou menina era mostrada e eles tiravam apenas que você queria. As partes de trás de um menino ou menina é a parte mais doce do corpo e é vendido como costeleta de carne de vitela pelo preço mais alto. John ficou lá tanto tempo, que adquiriu gosto pela carne humana. No seu regresso a Nova Iork ele roubou dois meninos, de 7 e 11. Levou-os para casa, depiu-os e atou-os num armário. Depois queimou tudo o que eles tinham. Várias vezes durante o dia e noite ele batia-lhes – torturava-os – para fazer a sua carne mais tenra. Primeiro ele matou o menino de 11 anos, porque ele tinha o rabo mais gordo e naturalmente a maior parte de carne dele. Todas as partes do seu corpo foram cozinhadas e comidas excepto a cabeça – ossos e tripas. Ele foi assado no forno (todo do seu rebo), fervido, grelhado, frito e guisado. O menino mais pequeno foi seguinte, da mesma maneira. Na altura eu vivia em 409 E 100 St, perto deles. Ele dizia-me frequentemente que a carne humana era boa, e eu decidi provar. Num domingo, dia 3 de Junho de 1928, fui chamado por si a at 406 W 15 St. Levei um pote de queijo com morangos. Lanchámos. A Grace sentou-se no meu colo e beijou-me. Decidi-me a comê-la. Sob o pretexto de a levar a uma festa. Tu disseste que sim, que ela podia ir. Eu levei-a para uma casa vazia em Westchester, que já tinha escolhido. Quando chegámos lá, mandei-a ficar fora. Ela apanhou flores silvestres. Eu fui lá para cima e despi toda a minha roupa. Eu sabia que se não o fizesse ficaria com o seu sangue. Quando ficou tudo pronto, fui á janela e chamei-a. Então escondi-me num armário até que ela chegasse ao quarto. Quando ela me viu nu começou a chorar e tentou descer as escadas. Agarrei-a e ela disse que iria contar á mãe. Primeiro despi-a. Como ela lutava – mordia e arranhava. Abafei-a até á morte, depois cortei-a em pequenas partes. Cozinhei e comi. Como era doce e tenro o seu pequeno rabo. Levou-me nove dias para comer todo o corpo. Não a forniquei. Ela morreu virgem.
Li muitos comentários aqui de gente que defende o canibalismo, queria saber se alguém entrar na sua casa para comer seus filhos e sua mulher você iria dizer: “Pode comer, respeitarei seu instinto humano”
O cara entra dentro da tua casa, come a bunda da tua mulher, come a bunda da tua filha, come a tua bunda. Você não pode falar nada, tem que enfiar o dedo na bunda… E você compreende?
Tá com pena dele? Leva pra tua casa! Põe pra dormir na tua cama!
Um beijo na sua alma!
De fato, os romanos eram bem mais desenvolvidos, materialmente, tecnologicamente,
OI gostei do articlo … mais esse aqui esta erradissimo … para os romanos tudo que era intelligencia era um insulto para eles..
Si vc nao ache pergunte para um professor de Histoira
Obrigado.
”é”
eu não fico mas surpreso com essi tipo de coisa.
É dificil vermos tais coisas ainda em dia .Pois bem ,o ser humano é alguem que pensa ,tem sentimentos ,sonhos enfim ,quando uma pessoa dessas são doentes sem Jesus no coração .Pessoa que faz isso não tem nenhum sentimento de amor ao proximo ,os indios ,eram pessoas sem cultura !So sabiam a respeito do que presenciavam e conheciam , ja esses monstros ,viviam em uma sociedade ,algo bem diferente .Qualquer tipo de crueldade me entristeçe …..
Não vou dar minha opinião porque muitos dos comentários já mostraram um pouco da minha opinião. Estou esperando a segunda parte.
parabens colocou de forma racional nao a favor do psicopata mas e viavel ao ser humano pela vontade ou pela necessidade como aconteceu com os russos na 2 guerra mundial;;; muito bom
A primeira vez que um estuprador vai pra cadeia, sente o sabor que o próprio sangue deixa na boca, e dores anais monstruosas… nenhum gosta, o serial killer confessa mas não assume total responsabilidade pelas maldades, pois sabe muito bem a dor que causou, sempre tenta ser uma vítima, independente de modo operante ou passado tramático… na verdade é a mais mortal face da covardia. CUIDADO, hoje, temos centenas de seriais killers pegando ‘simpatizantes’ trouxas pela WEB…A mistura rock+vida dark+drogas+SEXO HARDCORE está fornecendo bastante diversão pra estes filhos do inferno. A explosão demográfica, torna-os invisíveis, mas estão por aí, conheço dois irmãos drogados e bandidos, que já mataram até policiais e dizem ser protegidos do inferno por conjuras, acredite meu caro, quem neste mundo cria uma filha com todo o carinho do mundo pra saber que um covarde lhe cortou a cabeça ejaculou em suas viceras sem que ela lhe tenha feito absolutamente nada… MORTE COM MUITA DOR AOS KILLERS… DE PREFERENCIA QUUE MORRAM TODOS LENTAMENTE COM CÃNCER…COMIDOS AOS POUQUINHOS…APODRECENDO E CAINDO AOS PEDAÇOS FÉTIDOS E GRITANDO DE DORES ATÉ MORREREM DE TANTO GRITAR PEDINDO UMA MORTE RÁPIDA. QUEM JÁ FOI NUMA ALA DE DOENTES TERMINAIS SABE DO QUE TOU FALANDO. O CANCER É UMA PEQUENA AMOSTRA DO QE ESTÁ RESERVADO AOS FILHOS DA CIENCIA NEGRA, NA VERDADE É APENAS O CORPO [PRESENTE DIVINO] MORRENDO POR NÃO AGUENTAR CARREGAR TANTAS TANSGRESSÕES.
PENA DE MORTE POR APEDREJAMENTO NA CHINA? EU NÃO SABIA DESTA NÃO. SEI QUE PILANTRA NÃO TEM CHANCE POR LÁ,MAS PEDRADAS ESTOU SABENDO POR TI.
O SER HUMANO NÃO FOI FEITO PRA SER DEVORADO.ACHO ISTO MACABRO,NOJENTO E INSANO.FALTA DEUS NO CORAÇÃO…
NÃO LI TODO O ARTIGO, APENAS FOQUEI NAS OPINIÕES DAS PESSOAS.GRAÇAS À DEUS, A MAIORIA TEM DEUS NO CORAÇÃO.MEU PAI ERA DOENTE MENTAL,DE VEZ EM QUANDO TINHA DE SER INTERNADO COM CRISES DE LOUCURA.MAS NUNCA COMETEU DE FATO,ALGO QUE CHOCASSE.POIS TEM MUITA GENTE QUE ABUSA E ESTUPRA CRIANÇAS E DEPOIS SE PASSA POR LOUCO.QUEM COME CARNE HUMANA DEVE SER MAIS OU MENOS ASSIM.UM COVARDE QUE TEM DE SER TIRADO DA SOCIEDADE O QUANTO ANTES…
Gostei muito do ponto de vista de cada comentario acima,
bom sobre a doença (serial killer, estrupadores, religiosos etc)
quem não está infectado?
Como foi dito no artigo tudo isto é uma questão de cultura, não existem loucos essa que é a realidade.
Cada um faz aquilo que acha ser o certo. Então quer dizer que sou um louco que vou deixar minha mulher ou filhos serem estuprados ou comidos por outros? Não claro que não…
mas se todos pararem para ver a verdade:
“MORTE COM MUITA DOR AOS KILLERS… DE PREFERENCIA QUUE MORRAM TODOS LENTAMENTE COM CÃNCER…COMIDOS AOS POUQUINHOS…APODRECENDO E CAINDO AOS PEDAÇOS FÉTIDOS E GRITANDO DE DORES ATÉ MORREREM DE TANTO GRITAR PEDINDO UMA MORTE RÁPIDA. QUEM JÁ FOI NUMA ALA DE DOENTES TERMINAIS SABE DO QUE TOU FALANDO. O CANCER É UMA PEQUENA AMOSTRA DO QE ESTÁ RESERVADO AOS FILHOS DA CIENCIA NEGRA, NA VERDADE É APENAS O CORPO [PRESENTE DIVINO] MORRENDO POR NÃO AGUENTAR CARREGAR TANTAS TANSGRESSÕES.”
Palo olha seu comentario isto não te faz diferente dos loucos, killers ou canibais que foram citados.
Sendo assim todos somos iguais cada um com sua insanidade.
Um viva a Misantropia, todos nós devemos perecer somos a piora raça do mundo porem não admitimos isto.