JEFFREY DAHMER

 

Jeffrey Dahmer

JEFFREY LIONEL DAHMER

“O Canibal de Milwaukee”

americano; nascimento: 1960 – morte: 1994

ASSASSINATOS: cerca de 17

veja todo o material disponível sobre Jeffrey Dahmer

A HISTÓRIA DO SERIAL KILLER JEFFREY DAHMER

Jeffrey Dahmer e seus pais

Jeffrey Dahmer nasceu em 1960, em Milwaukee, cidade dos EUA. Segundo seu pai, Lionel, sua gravidez foi desejada e seu nascimento, festejado. Ele lembra-se do dia em que, Jeffrey já criança, cuidaram de um pássaro machucado e o viram voar, já curado. “Os olhos de Jeff estavam bem abertos e brilhavam. Talvez foi o momento mais simples e feliz da vida dele.”, falou seu pai, anos depois.

Sua família se mudou para Ohio quando tinha ele 6 anos. A mãe engravidou novamente. Nesta época, Jeff teve um transtorno chamado “ansiedade de separação” – necessidade de estar sempre próximo aos familiares.

Aos 8 anos, supostamente foi abusado por um vizinho, mas esta história nunca foi confirmada.

Experiências com animais mortos

Por volta dos 10 anos, Jeffrey Dahmer já fazia “experiências” com animais mortos. Descorava ossos de galinhas utilizando ácidos. Pregou os restos de um cachorro a uma árvore, colocando sua cabeça em uma estaca. Não há certeza se torturava ou matava bichos ou se, como ele dizia ao pai, os achava mortos na estrada e recolhia-os.

Apesar disto, foi uma criança relativamente “normal”, segundo seu pai, até a adolescência, quando começou a ficar realmente introvertido, isolado. Ocasionalmente Jeffrey Dahmer levava bebidas para a escola.

O primeiro homicídio

Quando Jeffrey Dahmer tinha 18 anos, seus pais se separaram. Foi nesta idade o seu primeiro homicídio. Dahmer pegou um caronista, levou para sua casa, conversaram, beberam, possivelmente transaram. Quando ele quis ir embora, Dahmer acertou sua cabeça com um halteres, depois o estrangulou (“Eu não sabia mais como mantê-lo comigo.”, disse Dahmer depois), desmembrou seu corpo (e sentiu-se novamente excitado) e o enterrou no quintal.

Uma vida complicada

Dahmer se inscreveu então para um serviço de seis anos no Exército – na verdade, por causa dos problemas com a bebida, o pai de Dahmer deu-lhe duas opções: trabalhar ou ir para o Exército, já que na faculdade ele não conseguia se manter; Dahmer disse que não queria trabalhar, então seu pai o levou para o Exército.

Jeffrey Dahmer só ficou dois anos nas Forças Armadas, tendo sido dispensado por uso intenso de álcool. Passou grande parte deste período do Exército na Alemanha. A polícia alemã fez uma grande investigação, posteriormente, e aparentemente Dahmer não matou ninguém lá. Ao voltar, supostamente desenterrou a primeira vítima, para ver o estado em que se encontrava.

Em 1982, com 22 anos, mudou-se para a casa da avó, no Wisconsin. Neste ano teve um problema policial por atos obscenos em público (masturbação).

Jeffrey Dahmer volta a matar

Em setembro de 1987, tendo aí seus 27 anos, Jeffrey Dahmer começou a matar efetivamente, em Milwaukee. O primeiro, desta nova fase, foi assassinado em um quarto de hotel. Jeffrey diria depois que não se lembrava como o matou. Haviam bebido muito e quando Jeffrey acordou ele estava morto, com sangue na boca. Levou o corpo para casa, fez sexo com o cadáver, masturbou-se sobre ele, o desmembrou.

A segunda morte foi alguns meses depois, a vítima foi um jovem de 14 anos. Jeffrey Dahmer havia efetivamente se transformado em um serial killer

Sua avó estava achando seu comportamento estranho, naqueles tempos, e o expulsou. Jeffrey trabalhava, na época, em uma fábrica de chocolate. Chegou a ser levado a julgamento por molestar um menor. O garoto era do Laos, da família Sinthasomphone. A acusação pediu uma pena grande, alegando que por baixo da superfície de calma daquele homem havia alguém bastante perigoso. Psicólogos que o avaliaram recomendaram hospitalização e tratamento, pois era manipulador e evasivo. A própria defesa argumentou que tratamento seria melhor que prisão, mas que Jeffrey Dahmer ainda tinha condições de ficar em liberdade. Dahmer colocou a culpa de seu ato no álcool e disse que foi um momento de “idiotice”, pediu perdão e disse que isto não ocorreria novamente. Foi condenado ao regime semi-aberto por um ano, devendo ficar 5 anos sob condicional.

Jeffrey Dahmer foi liberado da pena em dez meses, apesar de uma carta do seu pai pedindo que fosse solto apenas após receber tratamento.

Vítimas: jovens, homossexuais, negros

Mesmo após os problemas judiciais, Jeffrey Dahmer continuou a matar. Suas vítimas eram todos homens, geralmente negros, alguns asiáticos, que conhecia em bares gays e atraía para sua casa, às vezes chamando para beber ou pagando-os para posarem para fotos. A vítima mais velha foi um homem de 31 anos.

Em sua casa, Dahmer os sedava com remédios na bebida. Antes e depois do homicídio, abusava deles sexualmente. Antes e depois, fotografava tudo. Depois de mortos, desmembrava os corpos, guardava partes deles. O primeiro crânio que guardou pintou-o de cinza, para parecer um modelo de estudo anatômico.

Teve, posteriormente, a ideia de tentar fazer “zumbis”, injetando ácidos em buracos feitos nas cabeças das vítimas, ainda vivas, para que ficassem apenas semi-conscientes e tornassem-se escravos seus. Obviamente, o experimento fracassou.

Além disto, houve canibalismo: fritava partes dos corpos e comia – embora Dahmer negasse que isto fosse uma prática comum.

Em maio de 91, quase foi pego. Um jovem de 14 anos, chamado Konerak, escapou do apartamento de Jeffrey – nu, sangrando, mas um pouco sedado. Duas mulheres o viram, na rua, e chamaram assistência. Dahmer apareceu antes da polícia, e as mulheres viram o jovem tentando resistir ao assédio de Jeffrey, embora sem condições de falar muita coisa. Elas tentaram dizer isto aos policiais, quando estes chegaram.

Mas Jeffrey Dahmer disse à polícia que o garoto era maior de idade e que eram amantes, e a história ficou por isto mesmo. O jovem não falava inglês e a polícia acompanhou Dahmer enquanto este levava o jovem de volta para o apartamento. Na cama de Dahmer estava o corpo de um outro homem, morto há três dias. Mas a polícia, no apartamento, só viu fotos de Konerak vestindo um biquíni preto.

Quando os policiais foram embora, Dahmer não se preocupou: voltou às suas “brincadeiras” com Konerak, e o matou.

Coincidência: mata irmão de vítima anterior

Dias depois, a mãe de uma dessas duas garotas que viram a cena na rua ligou para a polícia, dizendo que, ao ver notícias sobre um garoto do Laos desaparecido, suas filhas o identificaram como sendo o rapaz nu daquela noite. A polícia, entretanto, não foi atrás de mais informações. O sobrenome do garoto era Sinthasomphone – por coincidência, era irmão daquele outro que Dahmer havia molestado tempos antes.

De maio a julho daquele ano, a média foi de cerca de uma vítima por semana. Até que em julho outro homem escapou, com algemas presas a um punho. Desta vez, a polícia chegou ao apartamento de Dahmer, que abriu a porta calmamente. Disse que iria ao quarto pegar a chave da algema. A vítima disse aos policiais que ele tinha uma faca, no quarto. O policial foi atrás de Dahmer.

Corpos na geladeira

A casa tinha um cheiro estranho… O que o policial viu, primeiramente, foram fotos de corpos desmembrados. Depois, foi encontrando os próprios corpos das vítimas. Foi dada voz de prisão a Dahmer, que tentou lutar e foi dominado.

Um policial abriu a geladeira e gritou para o outro: “Tem uma porra de uma cabeça aqui!”. No total, haviam restos de 11 vítimas na casa, dissecados e depositados em tonéis e na geladeira. Cabeças, pênis etc. Em seu quarto, cabeças humanas, em um aparente princípio de ritual de satanismo.

Um peixe, bem cuidado, nadava no aquário.

Supõe-se que foram 17 as vítimas de Jeffrey Dahmer, em toda a sua vida.

Fantasias, troféus, canibalismo

Dahmer contou que suas fantasias de matar homens e fazer sexo com seus cadáveres começaram aos 14 anos.

Disse ainda que ficava “fascinado” com as vísceras dos homens mortos, que a manipulação dos corpos o excitava muito.

Fora as partes que guardava como “troféus”, precisava fazer sumir o resto do corpo. Com ácidos, tentava dissolvê-los, e jogar pelo vaso sanitário.

O canibalismo foi assim explicado: comendo partes das vítimas, elas poderiam ainda viver, incorporadas no seu organismo, que as absorveria. Ao comer, tinha ereções.

Os rituais “satânicos” eram para obter poderes econômicos e sociais.

O julgamento do serial killer Jeffrey Dahmer

Seu julgamento ocorreu em 1992, e Dahmer ficava em uma cabine à prova de balas. Cães farejadores rastreavam bombas.

Quando começou o julgamento, Dahmer resolveu dizer-se culpado, mas insano. “É difícil, para mim, acreditar que um ser humano possa ter feito o que eu fiz, mas eu sei que fiz.”

A via da insanidade fracassou. O advogado de defesa disse, citando todos os desvios de comportamento de Dahmer, que ele era “um trem nos trilhos da loucura”. A acusação rebateu: “Ele não era o trem, era o maquinista!”. Foi condenado a 15 prisões perpétuas (que, com bom comportamento, poderiam ser transformadas em 957 anos de prisão…).

Dahmer declarou, ao final do julgamento: “Agora está terminado. Em nenhum momento estive aqui para querer permanecer livre. Francamente, eu queria a morte para mim mesmo.”

“Não odiei ninguém. Eu sabia que era doente, ou diabólico, ou ambos. Agora acredito que era doente. Os médicos me explicaram sobre minha doença e agora tenho alguma paz… Eu sei quanto mal eu causei… Graças a Deus não haverá mais nenhum mal que eu possa fazer. Eu acredito que somente o Senhor Jesus Cristo pode me salvar de meus pecados… Não estou pedindo nenhuma consideração.”

Dahmer é assassinado

Jeffrey Dahmer teve um bom comportamento na prisão. Converteu-se ao cristianismo. Em novembro de 1994, um preso psicótico, ironicamente negro, agrediu Dahmer (com uma barra de ferro, em sua cabeça; e um cabo de esfregão foi enfiado em seu olho) e um outro prisioneiro, e os dois faleceram.

Seu pai quis doar seu cérebro para a Medicina. A mãe e o juiz foram contra. Tempos depois, o pai escreveu um livro sobre a história de Dahmer (e foi acusado, por muitos, de oportunismo). Nele, disse: “Havia algo que faltava em Jeff… Chamamos isso de uma ‘consciência’… que morreu ou mesmo que nunca nasceu.”

*

Saiba mais:
* análise psicológica de Jaffrey Dahmer
* filmes sobre Jeffrey Dahmer

  29 Comentários para “JEFFREY DAHMER”

Comentários (29)
  1. dahmmer e o melhor!uauahuaauhauha

  2. Meu favorito :)

  3. Oi sou Rogercrazy
    Eu de novo que escrevi um coment… lá na página de TED BUNDY

    Bom a respeito desses comentários:
    que gente absurda

    Não existe o Melhor Serial Killer.
    Existe o PIOR.

    valeu quando eu ler a estória dele aki no site eu vou postar de novo pra ver se está tudo ok. um abraço para o autor do site. ah e escreva sobre Albert Fish e outros mais como… Ian brady e Hindley, Dutroux, enão eskeçam Bela Kiss pq esse cara foi Mega Cruel

  4. Seria legal se tivesse fotos :}

  5. Gente que lê essas estórias vibrando,devem ter um grande potencial assassino adormecido, que pode surgir de repente. Esse site nos ajuda no sentido de sermos mais cautelosos nesse nosso mundo perigoso.Não existe essa de " favorito", todos os assassinos descritos aqui não não modelos ou exemplos para ninguém. Imagine alguém de sua família ou vc mesmo nas de um serial killer, garanto que qualquer admiração por assassinos irá desaparecer imediatamente.

  6. TENHO NOJO DELES.
    A MORTE É POUCO PRA PESSOAS COMO ELES. EU ADORO ESTUDAR A MENTE DE PESSOAS ASSIM, SE PERCEBER, SEMPRE HÁ UMA SEMELHANÇA, ALGUM TIPO DE TRAUMA NA INFANCIA DELES. MAS CLARO, NADA JUSTIFICA O ATO DELES.
    O SITE ESTÁ MESMO DE PARABÉNS.
    A MEU SILENCIO AOS OTÁRIOS QUE SENTEM ADMIRAÇAO POR ESSES CARAS.

  7. Meus caros,estes que costumam “admirar” homicidas na verdade o fazem por considera-los pouco mais que personagens de filmes de terror,eles nunca tiveram contato com sádicos de verdade e/ou afins,tampouco são psicóticos adormecidos.são imaturos e pretensamente rebeldes,nada mais.
    Aqueles que realmente identificam-se com os canibais e vampiros que transitam no site demonstram essa admiração através de outros atos ou pelo menos de uma linguagem mais madura,ao contrário dos “góticos” orkutianos,suicidas de fim de semana e crianças que anseiam chocar os pais ou impressionar.

  8. Waldir Moreira Santos :
    Esse site nos ajuda no sentido de sermos mais cautelosos nesse nosso mundo perigoso.Não existe essa de ” favorito”, todos os assassinos descritos aqui não não modelos ou exemplos para ninguém. Imagine alguém de sua família ou vc mesmo nas de um serial killer, garanto que qualquer admiração por assassinos irá desaparecer imediatamente. [2] UP!

  9. Acredito que os dois primeiros comentários estejam devidamente abordados pelas argumentações de “P”. De fato, é inegável a imaturidade do(a) autor(a) do comentário. Porém, compreendo o “favoritismo” por determinado Serial Killer. Penso eu que identificar tal indivíduo monstruoso como favorito, esteja relacionado ao fascínio de sua mente, à curiosidade por entender seus atos bárbaros. É do conhecimento de todos que nós, seres humanos, depositamos nossa atençao em demasia em tragédias, mortes e afins. Neste caso, contudo, desperta-se o interesse acerca das causas, da intenção e, porque não, da metologia utilizada pelo assassino. Deixo aqui minha opinião. Por fim, é claro, não poderia deixar de parabenizar o site. Informações interessantes, bem colocadas e que sanaram algumas duvidas de maneira eficaz.

  10. Concordo com M.! Eu falo que admiro essas pessoas mas não por seus atos de extrema violencia, mas por terem uma mente de genio! Acho que é por existirem pessoas assim que houve o avanço da ciencia da psicanalise… O fato de eles cometerem tais atrocidades q os fizeram famosos e fizeram todos perceberem que eles não eram “qualquer um”!!! Que existia um genio, uma mente diferente, que por mais que fosse um demonio, conseguiu se sobressair nesta sociedade… Sou facinada pelo Ted Bundy. Como alguns diriam, é o meu favorito!

  11. A mente dos serial killers é realmente fascinante. Mas “gênio” em que sentido? Eles só se sobressaíram por seus crimes…

  12. Psicopatas: Psicopatia, é uma doença psicológica, os psicopatas são frio e calculistas, e manipuladores natos, considero assim como alguns disserem ae, Gênios sim! Mas nada é perfeito, eles sempre foram pegos, presos e condenados a morte e mortos, aliás por isso eu falo aqui, os meus favoritos são Jack O Estripador e o Zodiaco! Pois foram os Seriais Killers, que nunca foram pegos, e nunca foi descoberta suas indentidades até hoje. E eles sempre mandavam enigmas e pistas, para jornais e policia local. Sim eles são meus favoritos, não admiro a atrocidade que eles causaram, mas sim a inteligência deles de fazer um ato do propio prazer deles e nunca serem descobertos.

  13. Deêm uma olhada nesse blog. É show de bola. Tem uma coluna sobre serial-killers.

    http://grupogingagoias.com.br/oaprendizverde/?cat=14

  14. Eu fiquei imprecionado com a história de Jeffrey Dahmer,porque,a maioria dos serial killers tem uma infância ruim e traumática,mas Dahmer não teve nada demais na sua infância.ELE ERA MESMO DOIDO!!

  15. Como os policiais que encontraram o jovem konerak puderam ser tão negligentes? O mínimo que eles podiam e deveriam ter feito era dar uma busca na casa inteira.
    Caramba; tinha um corpo na cama, e eles não viram porque não se deram ao trabalho de vistoriar tudo….
    Quanto ao Dahmer, como já dizeram acima; ELE ERA MESMO DOIDO[2]

  16. Eu gosto dessas historias de serial killers não por eles terem matado pessoas, e sim para tentar entender como pode funcionar a mente humana, como uma má criação pode gerar monstros e tals. Acho que as pessoas que dizem que essa tal historia é sua favorita não é nenhuma doente, ela pode tratar essa tal história simplesmente como uma historia.

  17. Rills :
    Concordo com M.! Eu falo que admiro essas pessoas mas não por seus atos de extrema violencia, mas por terem uma mente de genio! Acho que é por existirem pessoas assim que houve o avanço da ciencia da psicanalise… O fato de eles cometerem tais atrocidades q os fizeram famosos e fizeram todos perceberem que eles não eram “qualquer um”!!! Que existia um genio, uma mente diferente, que por mais que fosse um demonio, conseguiu se sobressair nesta sociedade… Sou facinada pelo Ted Bundy. Como alguns diriam, é o meu favorito!

  18. Dizer que se tem curiosidade, que gostaria de entender as nuances da alma humana, as motivações de um criminoso, de um psicopata, é válido. No entanto, não são gênios e nem modelos de comportamento e sim individuos altamente frustrados,desorientados e perdidos.Nas mãos desses monstros muitas vidas se perderam, gente que tinha família, que estudava,trabalha e tinha um futuro. Isso não é fascinante, é triste.

  19. concordo com o comentario acima , mais fzr o ke c tem gente que chama de genio o inventor de bomba atomica , hitler, nao me espanta ter gente achando que serial kiler é genio !

  20. “eu axo que isso foi á jenetica do pai capitalis”

  21. serial killers jenio não são não mas que elis são bastantes inteligentis á isso são sem sombras de duvidas.

  22. Não entendo essa gente que diz q esse foi o “melhor”….gnt doente e possivelmente tão perversa qto o próprio assassino…

  23. Eu gostei de ler sobre o comportamento deste serial, muito pavoroso.
    fico no aguardo para ler mais casos.
    abraços /Mari.

  24. Gostei muito, exceto da parte de experiências com animais, e achei justa a morte dele, por ter feito tanta coisa

  25. Um raro caso de Ezquisofrenia Sorumbatica Maluco, o mesmo caso que o pequeno menino Diogo tinha, no filme “Um capeta em forma de guri” no extinto programa Tela Class.

  26. Vocês estão meio equivocados, estes caras não são gênios. No máximo cautelosos acima da média com o que fazem, mas como vocês vêem volta e meia são pegos. E toda essa admiração, não é admiração é curiosidade. Os casos são além da média, e por isso estamos aqui lendo sobre eles. São como personagens de histórias fantástica. Por isso não raro nos “admiramos” mais com os casos mais excepcionais, são os que mechem mais com nossa fantasia. Percebi que existem faixas de interesse: – - simples homicídio, ah tá legal, mas acontece todo dia; – homicidio com tortura, interessante, mas também comum; – homicidio com torturas e estupro, hummm… interessante…; – mais de um homicídio e torturas multiplas, bem interessante; – homicídios múltiplos, tortura, desmembramentos, estupro, necrofilia, e congelamento de partes do corpo, ultra interessante… Não me admira essas crianças (não, não me interessa a idade real delas) acharem ele um dos casos mais interessantes porque de fato é. Mas olhe bem, é interessante, notável, agora digno de admiração, nem é…

  27. Bom, não há como ter algum afeto por um monstro desses, apesar de que a questão da infância ou bullying coisas assim, terem muito a ver comigo, e eu nao me tornei algo assim, pelo contrario sou bem normal e feliz, creio que seriais killer nasçam com alguma disfunçao quimica no cerebro.

  28. O ZODIACO E O CARA PORQUE ELE FOI UM GENIO NINGUÉM PODE SUBSTIMAR A MENTE DESSE CARA POR QUE ATÉ HOJÊ NIMGUEM O PEGOU.

 Escreva um comentário

(obrigatório)

(obrigatório)

© 2011 O Serial Killer Suffusion theme by Sayontan Sinha